Das coisas que sinto na minha alma


Nós sempre temos alguns segredos, coisas que sentimos no íntimo de nossas almas. E são dessas coisas que eu pretendo falar agora. Tem pessoas que sentem que vieram para fazer algo específico, como uma missão. Outros sentem-se perdidos, chutando no escuro para ver se acerta ou não.

Eu, Muryel, sinto em meu íntimo que já feri muitas pessoas pelo simples fato de erguer meu ego inflado. Sinto que fiz muito mal e que agora estou tentando devolver ao mundo o que retirei com empatia pelos outros, doações, trabalhos voluntários, etc.

Sei que posso ajudar as pessoas com as coisas que sei é que pode ser passado adiante. Aí também há o ego: eu sei, eu posso (vou, devo) ajudar, as pessoas precisam de mim, bla bla bla. Eu me autoavalio sim, muito, o tempo todo.

Sinto também que vou viver muito tempo, mas serei aquela velhinha avoada, dispersa, que não diz coisa com coisa. Que fala de coisas que ninguém vê é que seres de outros lugares virão buscar. Espero ter bons filhos (se tiver) que entendam minhas maluquices.

Penso que o sentir tem muita ligação com os medos, vocês não acham? “Eu sinto que vou ter um câncer na velhice” poderia muito se traduzir com “Eu tenho medo de ter câncer na velhice”. Não acham?

Vamos pensar nisso, que os medos podem ser frutos de um sentimento baseado no “eu sinto que”, na intuição ou em uma premunição. E essa intuição funciona como um tarot nas nossas vidas, ela nos guia para um caminho em que temos (quase) certeza de que não nos levará para o final trágico de um acidente ou um câncer causado por uma má alimentação.
Vamos refletir! 

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Era uma vez, uma menina... © Copyright 2011 - 2016. - Versão 9. Little nymph. Ilustração Martina Naldi. - Original de Muryel de Oliveira. Tecnologia do Blogger.