A casa da gente
Pode ser um casebre
Ou uma mansão
Mas, isso não importa agora não
A minha casa é campo alegre
Sem início, nem fim
A minha casa é onde, cansada
Repouso a alma
Pela minha casa muitos passam
Mas, poucos realmente ficam
A minha casa é morada do sorriso solto
E dos bolinhos de chuva ao fim de tarde
Tem casa que abriga duas almas, um cachorro e um papagaio
Ou, tem aquelas que abrigam os corações e sonhos perdidos
Na minha casa, eu abrigo meus amigos
Alguns amores e poesia
Eu me pergunto: Por que tem casas como a minha
E outras totalmente vazias?
É injustiça divina, fazer de pessoas casas cheias de magia
E outras jardins abandonados pelas flores
Acho que tem gente que nasceu pra ser morada
E tem gente que nasceu pra morar
Por isso, quando gostamos de alguém
Chamamos (na)morar
Então venha
Sem acanhamento
(Na)morar a minha morada
Tão cheia de bem querer!
Desafio proposto pela minha amiga Mirian Sodré, no facebook (quem quiser ver, clica aqui), em breve teremos mais!
