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Adeus BEDA, até 2017!

O que foi o BEDA pra mim? 
Bem, foi uma coisa nova, algo que testou minha paciência, minha criatividade e minha pontualidade. Foi quase um contrato de responsabilidade. Sei que a Mia deve estar pensando: "nossa, não é que a pisciana conseguiu?", pois então, eu sabia que era capaz, só não queria! (Marte em leão).
Foi uma fase nova, com pessoas novas e o despertar da minha criatividade, foi ótimo, um obrigada para todas as pessoas que participaram, vocês são uns chuchuzinhos!

O que eu estou sentindo agora?
Sono, raiva, tédio. Estou mega cansada, acordei muito cedo (eu sou um bichinho da noite), estava dormindo para ter ânimo pra escrever algo e um pouco triste, porque eu havia preparado um post amorzinho sobre livros de e para mulheres, mas fica pra amanhã. Resolvi entrar na onda da despedida do BEDA mesmo achando meio blerg isso (TPM está gritando e dançando O TCHAN na minha cabeça).

Durante o BEDA eu li:
Eu li uns 3 ou 4 blogs, apesar de agora no final não ter conseguido nem responder aos comentários do meu próprio blog. Mas, eu acho que me identifiquei com muitas meninas e pude me fazer entender por várias também. Entendi que não estou só e que também não sou a única chata da parada! Bem, lá vai:
Gostaria de agradecer a todas que fizeram seus comentários, que seguiram, que compartilharam, que dedicaram seu tempinho para ler meu blog. Obrigada Mia, que me indicou o BEDA, obrigada ao grupinho lindo da vida, obrigada Deusa e ao meu computador que não me deixou na mão as 23h55min. 

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As viagens dos meus sonhos


Primeiramente eu coloquei esse assunto na minha pauta lá no início porque eu não tinha a menor ideia do que falar e eu não consigo ser fútil em pensar o tempo todo e assuntinhos da moda como roupas, cafés caros e viagens pelo mundo. Não estou dizendo que quem fala sobre isso é fútil, talvez tenham mais oportunidades do que eu ou tenham sagitário no mapa (risos).

Entretanto sempre quis viajar o mundo, falar mil línguas, conhecer a história e costumes etc. Pensei em fazer arqueologia, por sinal. Mas a ideia morreu. 

Os lugares que eu gostaria de visitar são meio previsíveis: Egito (desde a infância eu era viciada em enciclopédias que falaram sobre o Egito e pirâmides), Machu Picchu (pirâmides de novo, se eu não confundi o lugar), Fernando de Noronha, Caribe, Paris (porque né, eu faço francês pra alguma coisa), Glastonbury e o Stonehenge. Sem contar na Irlanda (porque é lindo e super mágico) e Portugal pra visitar umas amigas. 

Queria ser uma historiadora, o que atualmente não deixo de ser quando pesquiso a história das mulheres, o que é ser mulher e a mulher ao longo dos milênios! 

E sim, eu não sou muito fã do Brasil, eu gostaria de conhecer outros lugares justamente por ser tão diferente do Brasil que conhecemos em alguns aspectos. Tenho aquela doença da curiosidade, certas coisas não me bastam só saber o básico, preciso saber mais a fundo sempre. 

Enfim, esse post foi às pressas porque eu não tinha ideia do que falar então já usei esse tema selecionado. Amanhã terá um post melhor! 

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Sobre seios, tetas e mamicas!


Mês passado eu tive uma TPM que durou vinte dias, eu fiquei inchada, com os seios doloridos, querendo só estar de moletom do namorado e sem sutiã. Acabei comprando dois dos ditos cujos que não tem bojo estruturado e nem ferrinho. Só um tecido e renda. São maravilhosos, porém, ainda assim eu escondia os mamilos embaixo de uma camisa que vestia por cima da blusa. Com isso me dei conta de como somos treinadas a agir assim, esconder os mamilos (porque é feio, porque chama a atenção dos homens, porque todos falam, porque blá, blá, blá), apertar os seios de forma que eles fiquem redondinhos e arrebitados, coisas que são mais torturantes do que realmente para ajudar uma mulher.

Por isso, pedi o relato de minhas amigas sobre sua opinião e/ou relatos pessoais. Segue esses relatos a seguir, depois eu conto a minha parte!

Ingrid: “Minhas experiências com sutiã começaram quando um dia, em um dos primeiros recreios da sexta série, uma amiga disse “se tu quer que as pessoas ucomecem a gostar de ti, é melhor usar um top”. Em um primeiro momento fiquei irritada, mas depois envergonhada e na semana seguinte já tinha um top na gaveta das calcinhas. Sabemos quem são essas pessoas e até percebermos e construirmos nossa independência, de corpo e mente, e que não devemos calcar nosso bem estar em sua aprovação, caminhamos um longo e doloroso caminho recheado de objetos e instrumentos que modelam “nossa feminilidade”. Não temos que ter peitos redondos, não temos que esconder nossos mamilos e demonizar o formato que nossa pele se molda ao redor de nossos ossos e músculos, muito menos passar o dia inteiro com uma peça de roupa que comprime, aperta e machuca.”

Mia: “Ao meu ver o uso do sutiã é muito mais estética do que qualquer outro aspecto, porque, veja bem, tu tem que usar sutiã para os homens não sexualizarem teus seios, tu tem que usar sutiã porque vai moldar eles para eles ficarem redondinhos, tu tem que usar para ter um melhor caimento nas blusas que ficam sobrando horrores se tu não usa, porque elas já são feitas pela indústria da moda pensando no aumento que o sutiã da. Então é uma coisa para padronizar as mulheres, que é extremamente ridículo porque é mais uma forma de manipulação do padrão de beleza vigente em que todo mundo tem que ter o peito grande e se não for grande vai aumentar com o sutiã, e vai ser redondinho é pra cima. Não aceitam o envelhecimento da mulher, que conforme vai envelhecendo ou no fim da amamentação o peito cai um pouco, e qual é o problema nisso? Nenhum! Por que? Porque é uma coisa natural, é ridículo que exista isso é que a gente se submeta a isso, e acabamos nos submetendo porque saímos nas ruas e os caras ficam mechando com a gente, e daí vamos querer matar um! Então né, coisa da sociedade. É melhor coisa que tem é chegar em casa e tirar o sutiã! Peitos livres, eu apoio!”

Agora, meu relato. Eu já tinha sutiãs há muito tempo, sutiãs com renda e bojo, algo bem adulto, mas em tamanho pequeno, era da minha tia, 15 anos mais velha que eu, aquela coisa de guardar para os mais novos sempre funcionou comigo, eu era a caçula, aquela que era excluída por não ter idade para aquilo. Com o seio e o sutiã foi a mesma coisa, minhas primas mais velhas faziam segredo sobre ter seios e usar sutiã, faziam daquilo algo magnífico é importante, que na realidade não era, era só normal. Odiei a primeira vez que passei um dia todo com sutiã com ferro, desisti e pedi pra minha mãe comprar topes, ganhei os benditos topes, usei direto durante uns 2 anos só topes. Perto dos 13/14 anos já tinha que usar sutiã de mocinha e não de criança, foi igualmente horrível. Com 16 anos eu comecei a tomar anticoncepcional e eles fizeram meus seios crescerem do M pequeno para o GG adulto (46). Atualmente eu tenho o seio menor do que tinha naquele época, deu uma murchadinha básica, mas ainda assim acho que são grandes demais e muitas vezes nada práticos. Não são bonitos, porque em certas roupas eu tenho que comprar maior e ajustar para ficar bom. Biquíni eu tenho que comprar separado, se comprar o conjunto eu acabo saindo da loja com uma parte de baixo GG ou uma parte de cima M que não vai entrar.

Enfim, acho que ter seios poderia ser algo melhor se não houvesse tantas regrinhas de etiquetas para usar roupas/ter seios. Acho que a moda e a estética não ajuda as mulheres, não foi feita para nós. Então, vamos libertas os seios, as tetas, as mamicas, os mamilos e afins. Vamos usar o que tivermos que usar, o que for melhor, o que te convir. Não seja vítima e nem presa da ditadura dos seios!


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Pequeno desastre

O que posso dizer
De mim mesma?
Sou feita das minhas escolhas
Das colheres de chá que dei
Das noites que abdiquei
Sou feita de devaneios
Das nuvens tempestas 
Das lágrimas furtivas
E dos gritos de raiva
Mas, sou calma
Como o mar de ressaca
Como o vento antes da tempestade
Acho que sou esse tal de tsunami
Invadindo a alma alheia com minhas loucuras
Sou feito flor na alge do inverno
Fora de época, 
Prestes a morrer de frio
Sou o doce que vai ser comido pelo felino do vizinho
Sou os olhos fechados diante do sol quente
Sou o sal do mar
O cabelo sem cor
Sou as manchas no rosto causadas pela idade
Eu sou
Cada
Pequeno
Desastre 

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Quando a adultez chega


A gente nunca sabe quando exatamente está se tornando adulto. Sempre tivemos aquela ideia de que adulto temem emprego estável e um casamento duradouro, ou talvez um apartamento mais ou menos, com cores pastéis e uma geladeira cheia de comidas exóticas e bebidas caras. Talvez ser adulto seja mais que saber gerenciar suas contas, talvez seja justamente ser mais solidário consigo e com os outros de diversas maneiras. Assim como a criança sai da fase do egocentrismo, acredito que o "ser adolescente” passe por uma transformação um pouco parecida ao chegar na fase adulta. 

Acho que ser maduro é pensar na repercussão que uma frase pode ter, é respirar fundo para evitar uma briga, é deixar para lá algumas coisas. É pensar no outro antes de ti, principalmente quando o outro depende de ti de alguma forma. É ter quase ou todas as contas a pagar na cabeça. Acho que ser adulto é ser mais amigável com os outros, com os estranhos, ser solidário com a senhorinha perdida na rua, lógico que não só isso, mas são coisas que muitos adolescentes não serão conta, que não ligam e nem querem ligar. 

A famosa frase "fulano só quer diversão” é o que vemos atualmente. Pessoas beirando os 30 sem se darem conta que já estão passando do prazo para tomar um rumo na sua vida e sair debaixo da asa do papai ou da mamãe. Porém, vemos jovens com seus 20 anos com muitas responsabilidades (até um tanto precocemente, o que causa algumas crises em certos casos por conta do peso em demasia), casa, relacionamento duradouro, trabalho (a famosa luta para ficar naquele emprego que paga bem), mas isso, todas essas responsabilidades são capazes de te tornar um adulto?

Acredito que não, ser adulto é algo muito mais íntimo do que ações externas que nos forçam a assumir esse papel. Há pessoas que representam bem, outras sentem e são, não é só um papel a desempenhar que ao final da noite tu larga de lado e fica em posição fetal assistindo seu desenhozinho, com o pijama de ursinho e o copo de brigadeiros cor de rosa que ganhou do ex namorado anterior. 

Ser adulto está no íntimo, é aquele olhar longo e distante, é apesar de tantas coisas para fazer ainda conseguir manter o sorriso no rosto, é gritar e chutar um objeto para não descontar em ninguém, é saber apreciar os pequenos momentos em silêncio. Me sinto velha, tão velha, e são nesses momentos de introspecção que eu penso que perdi muito em aproveitar pouco esses dois anos de faculdade, é uma etapa, uma fase boa. Faltam em média dois anos (1 ano e meio) para eu me formar, provavelmente, e eu só penso que passou muito rápido! 

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O dia da Zica!


Sabe aquele dia que tu resolve sair da rotina e não ir a aula só para dormir umas duas horinhas a mais? Daí tu acorda bem, feliz até, porque vai no cinema com aquela pessoa especial, só que algo estranho no ar te diz para não sair de casa, maaas tu não ouve.

O computador estraga, o filme que tu estava louca para assitir saiu de cartaz no dia anterior. Depois tu pega a bolsa mais bonita e coloca o dinheiro e suas coisa nela, mas esquece de pegar o boleto daquela conta importante para pagar, ok, até aí da para resolver.

Então, olhando no aplicativo do cartão de crédito que você divide com a sua mãe acaba levando aquele maldito choque: se você usar ele, sua mãe não compra comida até o dia do pagamento do salário.

Acabou o cinema, acabou a diversão, acabou tudo. Volte para sua casa, fique na sua insignificãncia, de abrigo e pantufas e não saia de lá até criar mofo na sua bunda!

Essa é o triste relato pessoal da universitária que aqui vos fala que raramente sai, mas quando pretende sair tudo dá errado!

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Como imprimir trabalhos fora do seu login na PUCRS


Vamos falar de tutorial de importância pública! Como enviar trabalhos para a impressora estando num computador onde não vai seu login, ou seja, sem identificação?! Eu descobri isso essa semana quando tentei imprimir trabalhos estando na biblioteca e vou passar para vocês. Desculpem a má qualidade do tutorial, mas foi feio as pressas! 

1. Logar:
Vá no portal da PUCRS (www.pucrs.br), depois em "Sou aluno", depois em "Impressão".



Vai aparecer esse portal que vai dizer a quantidade de impressões que você tem ainda.


Vá em "Impressão Web".


2. Enviar arquivo:
Pule até a Opção "3. Upload".


Quantidade de cópias por arquivo enviado!


Aqui você faz a busca pelo arquivo, aparentemente ele só aceita PDF!

3. Imprimir:
Carregando o arquivo é só enviar!


Depois você vai em algum dos Totens (tem no prédio 8 e na biblioteca) e imprime. Não testei no prédio 8, mas na biblioteca sai tudo direitinho! Também não sei se funcionam nas impressoras do prédio, mas dai da para pedir informações ao pessoal dos laboratórios! 

Me desculpem pelo tutorial meio blerg e incompleto, mas acho que para pessoas como eu que passam um bom tempo na faculdade e as vezes na biblioteca essa é uma informação bem valiosa. Esse esquema pode ser feito quando se está logado em notebooks e tablets.

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Você é uma menina forte

Você é uma menina forte, eu sei que sim. Você mais que ninguém deveria saber disso e se valorizar. Você é mais que uma mina de ouro, é uma joia rara! Loucos são aqueles que a fazem mal. Então, não ligue para eles, pegue seus livros e alguns álbuns, coloque-os embaixo do braço e aqueça um chá ou café e vá sentar no sol.

Esqueça os traumas e as coisas ruins da sua vida, olhe para frente, para esse futuro lindo que você pode construir. Não se deixe abalar com qualquer fala que veio para menosprezar sua alma, seu corpo ou sua personalidade. Se reconecte com a mulher forte dentro de você, seja ela, haja como ela, até se tornar uma com ela. Não é necessário esquecer dos seus gostos e carinhos, não deixe o lobo devorar a lebre.

Seja você, mas tenha seu autocontrole em conjunto com o amor próprio. Diga não, dizer não é tão gratificante, nós não ficamos presos à um dever de ajudar alguém sem querer. Diga não e seja firme. Seja firme com você e com os outros. Seja o melhor que puder ser, faça o melhor também, aja da melhor maneira, invista em quem realmente faz a diferença na sua vida, seja essa pessoa você ou outros.

Seja, acima de tudo, o amor da sua vida! Não dependa da felicidade do outro. Estude, melhore de vida, sabe? Coisas como ter uma alimentação mais saudável, fazer yoga, caminhar toda sexta de manhã. Seja e faça somente para você sem esperar pelos outros. Por que eu aposto tanto nisso? Porque eu sei que você consegue ser essa mulher forte!

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Imagens AnimeBuzz 2016


Essa louca na foto sou eu, claramente. Não há dívidas! Bem bem, eu fui no evento para vender cookies, então não pude aproveitar nada (tirando a parte de comer muita comida japonesa). Mas, tirei essas fotos e queria compartilhar com vocês (porque estava na minha lista de "o que postar no beda). Algumas fotos eu postei no dia do evento nesse post, e outras ficaram para hoje!

Então, vamos lá!
Comprei:
Pendrive de 8GB em forma de sorvete!

Camiseta da Mulher Maravilha e a minha segunda do Totoro <3

Recomendo umas páginas e lojinhas!

Circulo Mutavel: Um bando de cara foda, que fazem desenhos fodas e que aceita uma contribuição espontânea. Estão vendendo alguns desenhos e também terminando dois livros e mais uns HQ's. E vejam a coincidência, eles mora há uma ou duas paradas da minha casa e a gente nunca se viu!

O povinho: curtam a página deles aqui!
Alguns desenhos!


Filhoteria de pano: Uma menina muito criativa e habilidosa que cria personagens em feltro (eu já tentei, não deu, haja paciência). Cada coisa mais lindinha que a outra! E ah, não são muito caros!

Ta aqui a página para contato e compra!

Imagens aleatórias que o João Vitor tirou!



Banca da Jambô, agora aqui em Porto Alegre chamada NERDS




Olha eu fazendo de conta que nem tô pra foto, quando na verdade estava fugindo dela!
Foi um bom evento, apareci vendendo cookies na gravação de um canal do Youtube de um rapaz, mas se perdeu, não se sabe qual é o canal. Fui cantada na cara de pau, com o João Vitor do lado po um cara que tirou a foto de mim e disse: "Ah, desculpa, é que tu é muito linda" e eu "o-ok moço".

Nunca abri e fechei tanto um guarda chuva em um só dia, numa só tarde, porque tinham nuvens carregadas e chovia a cada 10 minutos, abria sol, nublava e chuva novamente. Foi hilário.
Foi também o primeiro evento que eu não vou com minhas orelhas de gatinho, eu sempre uso elas, é minha Batefantasia u.u (Bate - que vem do Batman).

Fotos do ano passado no mesmo evento: Eu evitando fotos o dia todo e minha amiga e eu.
Obs: Essas são as orelhinhas!

Bem, essas foram as minhas aventuras, está todo mundo feliz com o resultado desse evento, minha irmã ganhou uma tiara de orelhinhas iguais as minhas só que bege porque o cabelo dela é loiro (e que por sinal caiu muito bem nela), João Vitor ganhou uma camiseta fofíssima sobre os animais fantásticos (acho) de Harry Potter (mas ele reclamou que era G, e que ele está mais magro e ficaria grande, mas, nada que uns ajustes não resolvam, afinal, eu gosto de camisetas gigantes ~olhar maléfico de quem trama roubar a camiseta dele um dia~). E bem, é isso, mais um post para o BEDA bem sucedido!!! 

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Quando o Ex renasce das cinzas

Infelizmente eu tenho dessas, meus ex's renascem das profundezas do inferno para me dizer o quão eu era boa e eles não deram valor, o quanto eles me amavam e foram inconsequentes e infantis. Um monte de mimimis sem fundamento, penso eu, levou dois anos pensando para ter essa conclusão. 

Quando meu primeiro namorado (o cara que tirou minha virgindade) me traiu com a minha melhor amiga, e toda a escola sabia, e eu também fiquei sabendo, ele teve uma atitude de misto de "vou negar" e "vou dizer que sim". Então ontem a noite por mensagem direta no Instagram ele fez todo um desabafo. Disse que eu era a unica nos pensamentos dele nos últimos quatro anos, que nada fazia sentido desde o nosso termino e aquele mimimi todo/chantagem emocional que o cara faz quando está acostumado a um relacionamento abusivo.

Eu falei o que pensava: Que não senti absolutamente mais nada por ele, que a vida tem que ser seguida, que ele tinha um filhinho lindo que provavelmente amava ele muito e que a mulher dele também deveria (e que ficaria brava se lesse a nossa conversa), que eu não queria confusão pro meu lado, que fomos sim infantis, mas não me arrependo das minhas escolhas e que ele também fez as dele. Se nós estivéssemos juntos agora provavelmente seria um relacionamento abusivo, eu não teria mais amigos, não poderia usar muita maquiagem e certos tipos de roupas, muito menos andar na rua sozinha (que naquela época ele já não gostava, ele me buscava em casa para ir até a dele). Talvez eu nem tivesse a oportunidade de entrar em uma faculdade e trabalhar com as minhas coisas. Provavelmente eu não teria as mesmas oportunidades que eu tenho hoje. E ainda, seria a mãe do filho dele, sem nenhum conhecimento de parto humanizado que eu tenho hoje. 

Foi duro, foi difícil, mas eu pude dizer com toda a força de vontade: Não! Eu não quero! 
E mais uma vez eu repito, amor próprio e respeito pelo seu ser, pelo seu corpo e pelo seus ideais! Respeitar a si para se fazer respeitar, para respeitar o outro e consequentemente amar a si e ao outro. Esse é mais um desabafo das merdas que a vida nos traz. 

Em breve fotos do evento que eu estou devendo com os relatos!

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Esqueci do BEDA, esqueci de tudo, esqueci da vida!

Temos dias loucos, como qualquer pessoa, mas hoje foi um dia louco e especial. Estou postando nos ultimos minutos porque esqueci sim do BEDA, me julguem. Vou deixar preparado o melhor post amanhã sobre o evento que eu fui, o AnimeBuzz, então fiquem com umas imagens!

Não comprei, mas queria!
Comprei mais um mangá!
Descobrindo que existem edições compactadas de Guerreias Mágicas Rayearth




Rafa e eu
Meu amigo Rafael, nos conhecemos há 7 anos, eu e João

Será que um dia existiu casinha pra eu ficar?
Sendo fora da casinha
Eu e meu chuchuzinho
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Era uma vez, uma menina... © Copyright 2011 - 2016. - Versão 9. Little nymph. Ilustração Martina Naldi. - Original de Muryel de Oliveira. Tecnologia do Blogger.