Sobre A culpa é das estrelas


Olá meus amores, faz muito tempo que eu não escrevo algo concreto, longo e para pensar, apenas blá blá blá’s da madrugada. Bem, e como bem sabem, eu amo ler e estou re-lendo A culpa é das estrelas, ai tive a nem tão brilhante ideia de escrever sobre o mesmo.

Espero não desapontar quem ainda está lendo ou já leu e para os que ainda não leram, por favor, leiam, é maravilhoso! Que o dono das estrelas me empreste sua criatividade e não me deixe desapontar nenhum leitor. Amém!

“Você vai rir, vai chorar e ainda vai querer mais” – Markus Zusak, autor de A menina que roubava livros.

Hazel Grace Lancaster é uma paciente terminal, “Tireoide com metástase nos pulmões” como ela disse em uma das reuniões do Grupo de Apoio. Ela carrega um carrinho que fornece oxigênio para seus pulmões através de uma cânula, um tubinho que se divide no pescoço, passa por trás das orelhas e se juntava novamente nas narinas. Adora ler e provavelmente o seu livro favorito é o Uma aflição imperial de Peter Van Houten, livro que ela já leu milhares de vezes, fala sobre uma paciente com câncer, assim como ela, embora o livro não tenha realmente um fim, pois supõe-se que Anna (a personagem do livro) morre antes de escrevê-lo.

Pouco antes de Hazel completar 17 anos, sua mãe decide que ela está deprimida e juntamente com seu médico a aconselha a ir ao Grupo de Apoio a Crianças com Câncer, lá ela conheceu Augustus Waters, um garoto incrivelmente lindo, com um andar tão cafajeste quanto o seu sorriso torto. Augustus teve osteossarcoma (uma se suas pernas foi amputada) um ano e meio antes e, portanto, estava estabilizado, seu motivo de ir no Grupo de Apoio? Isaac, seu amigo com câncer nos olhos, que já havia retirado um dos olhos por causa do câncer e dentro das próximas duas semanas iria retirar o outro.

Augustus puxa assunto com a nossa linda Hazel ainda no Grupo de Apoio, chama-a para ver V de Vingança, pois cisma que ela é parecida com a personagem de Natalie Portman. Cada um fala um pouco de si, trocam informações sobre livros, Hazel passa a ler O preço do alvorecer que é baseado em um desses jogos sobre soldados revolucionários, e Augustus a ler Uma aflição imperial. Uma pequena observação sobre Augustus Waters, ele sabe segurar um cigarro apagado entre os lábios como ninguém!

Mônica termina o namoro com Isaac antes de ele fazer a cirurgia, entendam, quem gostaria de terminar com um cara cego? Assim que ele supera, de certa forma, o que aconteceu, Augustus e Hazel levam ele até a casa da ex e os dois garotos tocam ovos no carro da mesma, enquanto Hazel tira fotos e ri do momento.
E nas idas e vindas do destino Gus (apelido de Augustus) passa a se corresponder por emails com a assistente do autor de UAI, Peter Van Houten e eis que a ideia surge, ir para a Holanda, onde esse tal autor vive e perguntar sobre o final de UAI. Augustus ainda tem seu desejo (concedido as crianças com câncer), e então ele, Hazel e sua mãe viajam.

Lá eles criam lembranças maravilhosas, visitam o memorial de Anne Frank, beijam-se apaixonadamente e recebem uma salva de palmas de todos em volta. Tem um jantar maravilhoso pago pelo Van Houten, onde experimentam iguarias vegetarianas sem igual e tomam o melhor champagne (estrelas engarrafadas). Tem sua primeira noite de amor, nada como qualquer garota imaginaria, foi na verdade o oposto: devagar, paciente, silenciosa e nenhuma cabeceira foi quebrada. Mesmo assim, foi uma noite de amor, ao modo deles.

A parte que particularmente me deixou irritada foi o encontro com Van Houten, um homem gordo, mesquinho, bêbado e com problemas psicológicos, ele tem seus motivos! Quando eles voltam da Holanda, Gus tem uma recaída, o câncer volta com toda a força. Os últimos 7 capítulos são de extrema tristeza, acreditem. Mas Hazel sempre esteve ao seu lado.

Augustus era a reviravolta, o sentido dos poucos números de Hazel Grace. Ele era seu pequeno infinito.

Pessoal, sem mais! O final é com vocês, leiam! Ler faz bem para o coração e para a pele! ACÉDE é, provavelmente, um dos melhores livros que eu já li, e um dos que eu mais chorei. Acredite, amo livros que me fazem chorar!

Enfim, espero ter agradado a maioria! Não contei os mínimos detalhes e nem o final para não dar uma de estraga prazeres. Espero que cada um, saudável ou doente, adulto ou criança, aceite as provações que a vida nos dá.


“Não dá para escolher se você vai ou não se ferir neste mundo, mas é possível escolher quem vai feri-lo”. – Augustus Waters


4 comentários:

  1. Muita gente me chama de louca, mas eu odiei o livro. Odiei o fato de ele não ter tido um final realmente, e odiei o modo que foi escrito, não sei porquê. Não consegui chorar com esse livro, não leve a mal.. Só acho que ele não valeu muito a pena, e A menina que roubava livros nunca vai sair do primeiro lugar, para mim. Mas cada um tem seu gosto. X.X

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    1. Wow
      Ok, respeito a tua opinião! E pra mim A menina que roubava livros sempre estará em 1°, foi o livro que eu mais chorei, que mais me emocionei e adoraria ter comprado, pois eu peguei emprestado na época!
      Mas, a culpa é das estrelas pra mim é muito especial também, e concordo no fato de não ter tido um fim concreto, foi meio frustrante!
      Eu li uma fanfic onde a pessoa que escreveu, fez um final para o livro, na verdade achei melhor do que o final de o autor escreveu!

      https://www.facebook.com/photo.php?fbid=583257185101041&set=a.547892548637505.1073741828.547843445309082&type=1&theater

      Da uma olhadinha, se quiser!

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    2. Esse final foi realmente bem melhor que o original.
      E me desculpe por ser meio grossa antes, mas é que eu estava com muita raiva do livro. Não sei porquê. As vezes eu fico com raiva dos meus livros sem nenhum motivo. Mais uma prova que eu sou meia louca, talvez. -n

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    3. Ah, sei como é, tudo bem, não se preocupe com isso!

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